segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Fogo Mata

Há poucos anos, quando se falava em fogo na vegatação, logo nos vinha à mente as queimadas das áreas rurais e a devastação da região Amazônica.
Em um espaço muito curto de tempo, a situação mudou. O que causou a mudança foi que nos períodos de inverno a umidade relativa do ar vem ano após ano caindo, chegando mesmo a padrões deserticos, em especial na região sudeste e centro-oeste.
Com a seca originada, tiveram inicio os focos de incêndio em pastagens, lavouras e o que mais tem comprometido a segurança: O Fogo nas áreas limitrofes ás rodovias.
Tais incendios provocam sérios congestionamentos e abolroamentos, sua extenção chega a por em risco instalações industriais e residenciais, a exemplo do que ocorre em paises do hemisfério norte.
Não estamos preparados para essas mudanças. Todas as preocupações são pontuais e nossa estrutura pública de combate a incêndios não possui condições de ação por falta de equipamentos, homens e vontade.
A continuar dessa forma, muitas catástrofes poderão acontecer originárias de um evento perfeitamente previsivel, pois as condições meteorológicas dão todos os detalhes usando padrões de  alta eficiência, já comprovada em projetos de reflorestamento.
É fora desse período crítico que de deve planejar. Os corpos de bombeiros não tem condições de atendimento, então, é chegada a hora de as prefeituras tomarem a iniciativa de se estruturarem para uma ação efetiva em preservação de vidas e do patrimônio.
O estado não podendo, cabe ao município tomar providências, pois as pessoas não moram no Federação nem no Estado, elas moram no Município.

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