Artes Visuais
Exposição “O Melhor dos Mundos Possíveis!”
Sala Nordeste
Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas)
Até 12/04 Seg a Sex das 10h às 18h
A mostra apresenta um universo lúdico, cujas figuras híbridas põem a
natureza como um meio propício para a reflexão crítica sobre a cultura e
o homem. Para essa exposição, a obra de Nara Amelia lançou mão de uma
pesquisa artística apoiada no arquétipo da memória universal utilizada
para transmitir conhecimentos e valores.A artista usa técnicas como
água-forte e ponta-seca, gravura em metal e desenhos dispostos em papéis
envelhecidos apropriados de livros, que fazem a ponte entre a imagem, o
texto e a temporalidade impregnada no compartilhamento das experiências
humanas.
Exposição Santiago de Compostela: Caminhos portugueses, patrimônios culturais da humanidade.
Sede da Fundação Artístico-Cultural Ibero-Americana
Até 01/04 das 8h às 12h e das 14h às 18h
A Fundação Artístico-Cultural Ibero-Americana apresenta em sua sede a
exposição Santiago de Compostela: Caminhos portugueses, patrimônios
culturais da humanidade. Em Portugal, existe há doze séculos um
itinerário cultural que conduz os viajantes pelo país até chegarem a
Santiago de Compostela. Os caminhos portugueses são dois: o da Costa,
que parte de Lisboa, atravessa o Porto e chega a Tuí, na Galícia, e o
caminho pelo interior, que parte de Faro, eventualmente em Lagos,
chegando a Chaves e Verin (Galícia). Nessa exposição, são apresentados
os desenhos realizados in situ pelo arquiteto espanhol José Maria Plaza
Escrivá, um registro iconográfico emocionante desse belo itinerário.
Aliados aos desenhos, os mosaicos da arquiteta Sandra Paro representam a
Catedral de Santiago de Compostela e, numa evocação de Portugal a
Pernambuco, a Catedral de São Pedro dos Clérigos (Recife) e o Convento
de São Francisco (Olinda, também Patrimônio Cultural da Humanidade),
numa linguagem original e inovadora.
Exposição: Imagens do Recife – Pontes
Museu da Cidade do Recife – (Forte das Cinco Pontas)
Até 9 Ter a Sáb das 9h às 17h
Continua em cartaz no Museu da Cidade do Recife a exposição “Imagens
do Recife – Pontes”. A mostra com 30 fotografias datadas do início do
século 20 até os anos 80 reconstrói o desenvolvimento da cidade por meio
de imagens de suas pontes. O acervo pode ser visto no Museu da Cidade
do Recife até 9 de março. Realizada por Josivan Rodrigues e produzida
por Ticiano Arraes, a exposição conta com um livro-catálogo em formato
de cartão postal e uma projeção com outras fotos da coleção de pontes do
MCR. R$ 4 / R$ 2 meia (crianças até 5 anos, idosos a partir de 60 anos e
alunos da rede pública de ensino são isentos da taxa).
Exposição: Recife – Década de 1940
Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas)
Até 21/04 Ter a Sáb das 9h às 17h
A mostra reúne 60 fotografias do acervo do museu de Alexandre
Berzin, Mendel e Augusto Rodrigues, além de documentos, plantas, objetos
e vídeos. Também faz parte o vídeo de Ugo Falângola, do acervo da
Fundação Joaquim Nabuco que mostra o Recife nos anos 40, e um vídeo com
depoimentos de José Luiz da Mota Meneses, Tereza Costa Rêgo, Fernando
Spencer, Ariano Suassuna, entre outros artistas e intelectuais, falando
das transformações da cidade e dos costumes. Ingressos: R$ 4 / R$ 2 meia
(crianças até 5 anos, idosos a partir de 60 anos e alunos da rede
pública de ensino são isentos da taxa).
Exposição “Latentes”
SALA RECIFE
Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas)
Até 22 Seg, Qua e Sex das 10h às 17h
Guilherme Dable gosta de se perder na observação da luz entrando
pela fresta de uma janela. Ou dos espaços vazios entre as cadeiras de um
bar. Há meses, anota em cadernos o que sua vista recorta do mundo, na
forma de desenhos simples. Fragmentos de paisagens levados ao ateliê são
recombinados, ampliados, apagados, reencontrados. “Eu gosto de tentar
encontrar algo menos óbvio no que me é dado pelo mundo”, defende. Os
desenhos de “Latentes” não se restringem apenas à coleta de recortes de
observação do mundo. “É a vontade de montar algum tipo de grade no
suporte para que eu possa intervir depois. Dos encontros que essas
formas provocam surgem as possibilidades do desenho”, elucida Dable. “Eu
trabalho em vários formatos. Talvez pelo meu tamanho (eu meço 1,93m), a
escala maior me seja mais confortável. Porém, mantenho diversos
desenhos em andamento, simultaneamente, e geralmente em formatos bem
diferentes entre si.”
Exposição Gil Vicente: “40 anos de Estudos e Rabiscos”
Museu Murillo La Greca
Até 12 9h às 17h Ter a Sáb das 13h às 17h Sáb e Dom
Ao longo de sua trajetória, Gil Vicente, pernambucano, nascido em
1958, na cidade do Recife, neto do escritor e crítico literário João
Vasconcelos, vem se dedicando em registrar o cotidiano, as pessoas, os
lugares, os objetos, suas ideias. “Estudos e rabiscos” recorre a temas
diversos se apropriando inclusive de outros elementos que se tornam
desenhos quando deslocados do ambiente em que foram encontrados; o
interesse não é na obra acabada, mas no processo, esse caminho do meio
que existe entre a ideia inicial e o produto final.
Exposição “Bela Aurora do Recife”
Centro Cultural dos Correios
5 a 26/05
O projeto expográfico da Bela Aurora do Recife foi pensado em termos
de legibilidade e acessibilidade a todos os públicos. Eduardo Souza,
autor do projeto, pensou nos pontos de vista e movimentos de adultos de
pé, cadeirantes e crianças e se pautou pelas normas da ABNT para
projetar os quatro ambientes que mostram diversas facetas de Wilton de
Souza. São eles: “O artista”, com cerca de 30 trabalhos, entre pinturas,
gravuras e desenhos; “O Gráfico”, com 40 trabalhos, entre capas de
discos, livros e ilustrações; “O pesquisador”, com painéis sobre
ensaios, livros e pesquisas realizados pelo artista; e “O gestor”, com
dois painéis e 1 vídeo de 10 minutos com depoimentos de intelectuais e
artistas sobre a participação do artista na gestão de espaços
importantes para a cena das artes plásticas no Recife, como as primeiras
galerias de arte oficiais do Recife, a Galeria Recife, a Galeria
Rozenblit e na Galeria Metropolitana de Arte do Recife, atualmente o
Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, onde até hoje permanece como um
dos gerentes do museu. Sob a coordenação de André Aquino, a ação
educativa planejada para a mediação da exposição vai desenvolver suas
atividades pedagógicas em um espaço preparado dentro da própria
exposição, como um pequeno atelier, onde crianças de escolas públicas e
particulares irão criar desenhos semelhantes aos que o artista produz e
experimentar técnicas de gravura. Para isso, serão utilizados materiais
reciclados e serão adotadas como temática questões relacionadas ao meio
ambiente. Haverá agendamento de visitas com audiodescrição para
deficientes visuais.
01 a 31/03/2013
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