quarta-feira, 20 de março de 2013

Artes Visuais

Exposição “O Melhor dos Mundos Possíveis!”
Sala Nordeste
Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas)

Até 12/04 Seg a Sex das 10h às 18h
A mostra apresenta um universo lúdico, cujas figuras híbridas põem a natureza como um meio propício para a reflexão crítica sobre a cultura e o homem. Para essa exposição, a obra de Nara Amelia lançou mão de uma pesquisa artística apoiada no arquétipo da memória universal utilizada para transmitir conhecimentos e valores.A artista usa técnicas como água-forte e ponta-seca, gravura em metal e desenhos dispostos em papéis envelhecidos apropriados de livros, que fazem a ponte entre a imagem, o texto e a temporalidade impregnada no compartilhamento das experiências humanas.

Exposição Santiago de Compostela: Caminhos portugueses, patrimônios culturais da humanidade.
Sede da Fundação Artístico-Cultural Ibero-Americana
Até 01/04 das 8h às 12h e das 14h às 18h

A Fundação Artístico-Cultural Ibero-Americana apresenta em sua sede a exposição Santiago de Compostela: Caminhos portugueses, patrimônios culturais da humanidade. Em Portugal, existe há doze séculos um itinerário cultural que conduz os viajantes pelo país até chegarem a Santiago de Compostela. Os caminhos portugueses são dois: o da Costa, que parte de Lisboa, atravessa o Porto e chega a Tuí, na Galícia, e o caminho pelo interior, que parte de Faro, eventualmente em Lagos, chegando a Chaves e Verin (Galícia). Nessa exposição, são apresentados os desenhos realizados in situ pelo arquiteto espanhol José Maria Plaza Escrivá, um registro iconográfico emocionante desse belo itinerário. Aliados aos desenhos, os mosaicos da arquiteta Sandra Paro representam a Catedral de Santiago de Compostela e, numa evocação de Portugal a Pernambuco, a Catedral de São Pedro dos Clérigos (Recife) e o Convento de São Francisco (Olinda, também Patrimônio Cultural da Humanidade), numa linguagem original e inovadora.

Exposição: Imagens do Recife – Pontes
Museu da Cidade do Recife – (Forte das Cinco Pontas)
Até 9 Ter a Sáb das 9h às 17h

Continua em cartaz no Museu da Cidade do Recife a exposição “Imagens do Recife – Pontes”. A mostra com 30 fotografias datadas do início do século 20 até os anos 80 reconstrói o desenvolvimento da cidade por meio de imagens de suas pontes. O acervo pode ser visto no Museu da Cidade do Recife até 9 de março. Realizada por Josivan Rodrigues e produzida por Ticiano Arraes, a exposição conta com um livro-catálogo em formato de cartão postal e uma projeção com outras fotos da coleção de pontes do MCR. R$ 4 / R$ 2 meia (crianças até 5 anos, idosos a partir de 60 anos e alunos da rede pública de ensino são isentos da taxa).

Exposição: Recife – Década de 1940
Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas)
Até 21/04 Ter a Sáb das 9h às 17h

A mostra reúne 60 fotografias do acervo do museu de Alexandre Berzin, Mendel e Augusto Rodrigues, além de documentos, plantas, objetos e vídeos. Também faz parte o vídeo de Ugo Falângola, do acervo da Fundação Joaquim Nabuco que mostra o Recife nos anos 40, e um vídeo com depoimentos de José Luiz da Mota Meneses, Tereza Costa Rêgo, Fernando Spencer, Ariano Suassuna, entre outros artistas e intelectuais, falando das transformações da cidade e dos costumes. Ingressos: R$ 4 / R$ 2 meia (crianças até 5 anos, idosos a partir de 60 anos e alunos da rede pública de ensino são isentos da taxa).

Exposição “Latentes”
SALA RECIFE
Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas)
Até 22 Seg, Qua e Sex das 10h às 17h

Guilherme Dable gosta de se perder na observação da luz entrando pela fresta de uma janela. Ou dos espaços vazios entre as cadeiras de um bar. Há meses, anota em cadernos o que sua vista recorta do mundo, na forma de desenhos simples. Fragmentos de paisagens levados ao ateliê são recombinados, ampliados, apagados, reencontrados. “Eu gosto de tentar encontrar algo menos óbvio no que me é dado pelo mundo”, defende. Os desenhos de “Latentes” não se restringem apenas à coleta de recortes de observação do mundo. “É a vontade de montar algum tipo de grade no suporte para que eu possa intervir depois. Dos encontros que essas formas provocam surgem as possibilidades do desenho”, elucida Dable. “Eu trabalho em vários formatos. Talvez pelo meu tamanho (eu meço 1,93m), a escala maior me seja mais confortável. Porém, mantenho diversos desenhos em andamento, simultaneamente, e geralmente em formatos bem diferentes entre si.”

Exposição Gil Vicente: “40 anos de Estudos e Rabiscos”
Museu Murillo La Greca
Até 12 9h às 17h Ter a Sáb das 13h às 17h Sáb e Dom

Ao longo de sua trajetória, Gil Vicente, pernambucano, nascido em 1958, na cidade do Recife, neto do escritor e crítico literário João Vasconcelos, vem se dedicando em registrar o cotidiano, as pessoas, os lugares, os objetos, suas ideias. “Estudos e rabiscos” recorre a temas diversos se apropriando inclusive de outros elementos que se tornam desenhos quando deslocados do ambiente em que foram encontrados; o interesse não é na obra acabada, mas no processo, esse caminho do meio que existe entre a ideia inicial e o produto final.

Exposição “Bela Aurora do Recife”
Centro Cultural dos Correios
5 a 26/05

O projeto expográfico da Bela Aurora do Recife foi pensado em termos de legibilidade e acessibilidade a todos os públicos. Eduardo Souza, autor do projeto, pensou nos pontos de vista e movimentos de adultos de pé, cadeirantes e crianças e se pautou pelas normas da ABNT para projetar os quatro ambientes que mostram diversas facetas de Wilton de Souza. São eles: “O artista”, com cerca de 30 trabalhos, entre pinturas, gravuras e desenhos; “O Gráfico”, com 40 trabalhos, entre capas de discos, livros e ilustrações; “O pesquisador”, com painéis sobre ensaios, livros e pesquisas realizados pelo artista; e “O gestor”, com dois painéis e 1 vídeo de 10 minutos com depoimentos de intelectuais e artistas sobre a participação do artista na gestão de espaços importantes para a cena das artes plásticas no Recife, como as primeiras galerias de arte oficiais do Recife, a Galeria Recife, a Galeria Rozenblit e na Galeria Metropolitana de Arte do Recife, atualmente o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, onde até hoje permanece como um dos gerentes do museu. Sob a coordenação de André Aquino, a ação educativa planejada para a mediação da exposição vai desenvolver suas atividades pedagógicas em um espaço preparado dentro da própria exposição, como um pequeno atelier, onde crianças de escolas públicas e particulares irão criar desenhos semelhantes aos que o artista produz e experimentar técnicas de gravura. Para isso, serão utilizados materiais reciclados e serão adotadas como temática questões relacionadas ao meio ambiente. Haverá agendamento de visitas com audiodescrição para deficientes visuais.

01 a 31/03/2013

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